VIVER DÁDIVA É, brasileiro ser,comenda é

VIVER DÁDIVA É, brasileiro ser,comenda é

14 de mar de 2012

O DEUS TEMPO

Perceba nas pequenas coisas,o ¨Tempo e o Vento
UNIDOS EM UNIDADE
O TEMPO TEMPO SORVEMOS
De Dadas Mãos, A Solidariedade florescerá em Você
O Que Você Semeia No Tempo e No Vento
Colherás Por Toda Sua Vida!

10 de mar de 2012

LUZ DE VICTÓRIA PARA TODOS OS GIRASSÓLICOS SEGUIDORESS

DESSE GIRASSOL ATRAVÉS,RECEBAM AS BENÇÃOS DESSE CAMPO HUMANISTA DE GIRASSÓIS E VIVA LA VIDA!
Victória Calmon Alves
Nasce Uma Estrela

O GRITO MATER

EM BERRO BRADO, TRIBUTO ÀS MÃES DE TODO MUNDO,ESSA ALEGRIA DO NASCIMENTO,DE MAIS UMA MULHER,A TRIBUTAR SEU GÊNERO,NÚMERO E GRAU!
BENDITAS SEJAM TODAS AS MULHERES DO MUNDO,O PRINCÍPIO DE TUDO!DESSE VIVER!

A LOUCURA DESSE VIVER, GRATIA PLENA SENHOR!

MESMO ATEU SENDO, GRAÇAS DOU AO SENHOR,PELA VIDA VIVIDA E AS LIÇÕES,QUE NÃO PARAM DE CHEGAR E DE ABSORVIDAS SEREM, NESSA LOUCURA INUNDADA DE GRAÇAS,VIDA CHAMADA!
OBRIGADO SENHOR!
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UM TRIBUTO AO FEMININO,VICTÓRIA SEMPRE!!!

VICTÓRIA,RECEBA ESSA LUZ,
RECEBA AS FANTASIAS,ENTRE ELFOS E FADAS
LEVE VOCÊ A ESCREVER,SEMPRE EM TRIBUTO À MULHER!AXÉ!

VICTÓRIA, O DIA INTERNACIONAL DA MULHER E A ALEGRIA DE AVÓS SERMOS !BENZA DEUSSSSSSSSS

Luana Minha Neta PRIMEIRA, MARIANA MINHA FILHA E EU,ENLOUQUECIDO DE GRAÇAS !
Papai Cláudio E MAMA ANA PAULA!
Nesse dia oito de março próximo passado, um AXÉ recebemos dos Orixás!Jogue as armas pra lá , AXÉ! Victória nasceu para suplantar cada vez mais, o justo para o Feminino! O Real Para A Mulher! O Princípio de Tudo!
Muito Obrigado,AXÉ!
AXÈEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!
Tio Wilson,Mater Ana Paula,Tia Mariana e Vovó REGINA VICTÓRIA!

VICTÓRIA! UM NOVO GIRASSOL BROTOU EM CAMPOS DO VIVER É PURA MAGIA! AXÉ!







8 de mar de 2012

A GRAÇA DIVINA DE AVÔ SER

Uma emoção inenarrável,diferente da paternidade, pois todos os sentimentos do mundo advém, com a maturidade, durante a vida vivida absorvida e sentida.
Mágicos são, todos os pensamentos que eclodem, nessa espera difícil de administrar, desde os tempos de rapaz,no dia a dia de trabalho, ansioso aguardando a emoção a sentir de pai ser ,pela vez primeira, e hoje, das treze horas a partir, essa mesma pessoinha primogênita minha, irá parir minha segunda neta, dessa mesma fonte translúcida de vida,A MULHER!
Desejar que vida essa chegando, tenha tantas graças e beneplácitos,quanto nós avós tivemos nessa vida linda linda e louca louca, na arte de sentir e construir, corrigindo erros vividos e semeando maneiras mil desse jardim florir ad infinitum,enquanto chama houver, Vinicius parafraseando e amalgamando com Pessoa,Dickens,Cecília Meirelles, e todos os poetas do mundo.
Essa sensação abissal de um ponto minúsculo sentir ser no universo, diante da sensação gigantesca que avalio sentindo estar minha esposa,avó de Victória, mater dessa mãe a parir.
Meus Deus, só tenho graça essa, de joelhos agradecer, de mais uma vez,avô ser!

by ricardo andré
sentido e sentindo
o da vida milagre
Gracias Signore!

7 de mar de 2012

Aguardando Minha Flor Brotar

Sim, com o coração irradiando luz, o nascimento de Victória aguardamos, nessa quinta feira, oito de março por volta das treze horas, o milagre do nascimento de um ser, neta nossa, que venha Victória, no dia Internacional da Mulher,Benza Deus!






2 de mar de 2012

O Escritor e a Loucura by Zuenir Ventura

No dia  29 de fevereiro, além do encantamento de comemorar o aniversário da Cidade do Rio de Janeiro , delícia foi ler no Jornal O Globo, de autoria de Zuenir Ventura, o artigo "O Escritor e a Loucura", que aqui,na íntegra transcrevo e dedico post esse,aos Portugueses girassólicos seguidores desse blog Viver é Pura Magia.
Deliciem-se:
Regina e Ricardo Calmon
                                                         


                                                             
                                                                   Transcrito na íntegra, na edição do Jornal O Globo do dia 29 de fevereiro de 2012
Para quem só conhece Rubem Fonseca no Brasil, é difícil imaginar a cena ocorrida na semana passada em Póvoa de Varzim, cidade de Eça de Queirós, ao Norte de Portugal, quando o escritor que não dá entrevistas, não se deixa fotografar e não faz palestra, a nossa Greta Garbo, de microfone em punho, rodando em volta da mesa onde deveria estar sentado ao lado de meia dúzia de importantes colegas portugueses, iniciou sua fala: "Aqui nessa mesa todos somos loucos." Dizia e punha a mão no ombro de cada um, inclusive do quase nonagenário filósofo Eduardo Lourenço. "A literatura é uma forma socialmente aceita de loucura", justificava. Na plateia, mais de 200 pessoas assistiam meio incrédulas, misturando espanto e muitos risos, à palestra-show do autor de "Bufo & Spallanzani", que foi premiado no 13 Correntes d'Escrita, o encontro anual que reúne escritores de expressão ibérica.

Citando em dez minutos doze autores de variadas nacionalidades (é o único a fazer isso com naturalidade, sem ser pedante), Rubem apontava as condições necessárias para alguém se dedicar ao ofício da escrita. A primeira, indispensável, seria então a loucura. Recorrendo a um exemplo do inglês W. H. Auden, ele garantiu que a maneira de formar um poeta é torná-lo, quando criança, bem neurótico. Basta isso? Perguntou, para responder que não, que o candidato devia ser alfabetizado, "mas não muito". E não precisa ser inteligente? Nem sempre. Segundo ele, Somerset Maughan confessou ter conhecido centenas de colegas, mas poucos, inteligentes. "Concordo com isso", acrescentou Rubem, para delírio da plateia.

As outras condições seriam ser motivado ("sem motivação você não descasca nem uma banana"), imaginativo (e, virando-se para os que compunham a respeitável mesa, disse: "O escritor tem que ter imaginação, ouviram, meninos") e, finalmente, ser paciente. Para ilustrar, citou o caso do romancista francês Gustave Flaubert, que levou cinco anos para escrever "aquele livrequinho de 200 páginas, 'Madame Bovary', porque ficou à procura da palavra certa, o 'mot juste'". "Não existe sinônimo, estão ouvindo? Cada palavra tem um significado diferente", ensinou, provocando mais risos: "Essa coisa de sinônimo é conversa mole para boi dormir dos gramáticos."

No final, sobrou também para o público: "Vocês aí, não pensem que, por não serem escritores, não são loucos também." Foi aplaudido de pé.

Em 1995, assisti a um show parecido em Havana, onde ele e eu fomos jurados do Prêmio Casa das Américas. Quando descrevi na volta o que tinha visto, um Rubem Fonseca solto, desinibido, fazendo graça e arrancando gargalhadas ao ler dois contos, um violentíssimo e outro quase obsceno, muitos aqui duvidaram.
Agora tem o YouTube para comprovar.